sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Vida de Maria Santíssima


Vida de Maria Santíssima

Nossa Senhora e S., José depois da visita do Magos a Belém fugiram para o Egito com o Menino Jesus a fim de escapar à matança das criancinhas, ordenadas por Herodes )Mt 2, 13-14).

O último acontecimento da infância narrado pelo Evangelho foi quando o Menino tinha doze anos de idade, seus pais O perderam em Jerusalém e depois de três dias o tornaram a encontrar no templo. Foi então que Ele lhes disse: "POR QUE ME PROCURÁVEIS? NÃO SABÍEIS QUE ME DEVO OCUPAR DOS NEGÓCIOS DO MEU PAI? Mas eles não compreenderam na hora de que maneira seus corações iam ser dilacerados pelas exigências da missão divina de seu Filho (Lc 2, 45-50)

O Evangelho fala da vida pública de Jesus que faz seu primeiro milagre em Caná, por pedido de Nossa Senhora (Jo 2, 1-1); no fim da vida, morrendo na Cruz, Jesus deu Nossa Senhora por Mãe a S. João (Jo 19, 26-27)
S.Marcos conta ainda que, numa casa cercada pelo povo, Jesus foi acusado por seus inimigos de ser demoníaco, isto é, possesso do demônio. Os seus parentes, tendo-o sabido, vieram para o prender. Pois diziam (os parentes): "Ele está fora de si"...
Disseram-Lhe: -"Aí fora estão tua mãe e teus irmãos à tua procura" ...
E, respondendo, disse-lhes: _QUEM SÃO MINHA MÃE E MEUS IRMÃOS?
E lançando um olhar sobre os que estavam sentados em círculos em torno dele: -Eis minha mãe e meus irmãos, QUEM FAZ A VONTADE DE DEUS, este é meu irmão , minha irmã e minha mãe. (Mc 3,20.31-35)
Aliás, ensinaram os exegetas que Nossa Senhora, nesta ocasião, acompanhou os parentes, não para apoiá-los e dar-lhes razão, mas para defender jesus contra o zelo fora de propósito desses parentes.
Jesus não negara os laços de parentesco temporal entre pais e filhos mas vinha formar laços mais altos, de um parentesco novo, espiritual, que ofuscam por seu esplendor os primeiros laços como o sol ofusca a luz das velas. De ora em diante, Nossa Senhora terá que agir, não mais visivelmente, no plano do parentesco temporal, para defender Jesus e consolá-lo, mas invisivelmente, no plano do parentesco espiritual, para unir-se a seu zelo pelas coisas de Deus e aos seus sofrimentos redentores. Mas como noutro plano, Maria será sempre a primeira.
São Lucas conta que, noutra ocasião, uma mulher de coração nobre, tomando a defesa de Jesus (contra os fariseus) exclamou: "Felizes as entranhas que te carregaram e os seios que te nutriram"!
Mas Ele lhe disse: "MAIS FELIZES OS QUE OUVEM A PALAVRA DE DEUS E A GUARDAM" (lC 11,27-28)
Ouvir a Palavra de Deus e guardá-la (isto é, compreendê-la, aceitá-la, amá-la) é o que acabava de fazer aquela mulher magnânima. E Jesus lhe fez compreender que é justamente isso que Ele mais amava em Maria, sua Mãe.

A MORTE DE NOSSA SENHORA

Fala-se de Nossa Senhora depois que Jesus subiu aos céus nos Atos dos Apóstolos que os onze se retiraram ao Cenáculo e "que todos de uma só alma, perseveraram na oração com as mulheres" (At 1, 14). Foi aí que o Espírito Santo desceu sobre eles, no dia de Pentecostes (At 2,1). Mas não da mesma maneira. Para os Apóstolos - príncipes da Hierarquia- Pentecostes foi um começo, uma partida para a conquista do espaço e do tempo (isto para ganhar o mundo inteiro à fé de Jesus Cristo). Para Nossa Senhora, toda oculta nas grandezas da Santidade, Pentecostes era um termo, o anúncio de sua partida para o Céu.

Festeja-se a morte, a ressurreição e Assunção (subida ao Céu) de Nossa Senhora no dia da Assunção, 15 de agosto)...


Nos Atos dos Apóstolos que os onze apóstolos se retiraram ao Cenáculo e "que todos de uma só alma, perseveraram na oração, com a mulheres e Maria, Mãe de Jesus, e os irmãos (parentes) deste (At 1, 14)




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